Bem sei que este é um daqueles temas que causa sempre polémica e opiniões contraditórias. Nem tudo na decoração é consensual, até porque existem sempre influências culturais e de tradição que nos fazem aceitar melhor ou pior esta ou aquela ideia.
Um tapete de padrão de Zebra pode fazer todo o sentido num país de influência africana ou colonial, como peça que faz a diferença que causa impacto e que simboliza riqueza e tradição, noutro pode não fazer sentido nenhum.
Um tapete de padrão de Zebra pode fazer todo o sentido num país de influência africana ou colonial, como peça que faz a diferença que causa impacto e que simboliza riqueza e tradição, noutro pode não fazer sentido nenhum.
Mas acima de tudo é preciso alertar para o preconceito de que todas os tapetes de zebra que se vêm não são a verdadeira pele do bicharoco, mas sim uma imitação em napa pintada, ou os que dizem verdadeiros não passam da pele de vaca impressa com listas pretas. Se existem as verdadeiras como troféus dos caçadores em África? Claro que existem! Mas não são essas que enchem as lojas de decoração, da Leroy Merlin, ou da ZaraHome e que podem custar apenas 400 a 700 euros. Essas custam milhares, são efectivamente troféus e são tão caras que dificilmente chegam a Portugal.
Todas as que se vêm em Portugal são apenas imitações. Umas piores outras melhores, mas são imitações e quer queiramos quer não, são uma tendência que atravessa culturas, estilos, cores ou se estamos num quarto ou numa sala. São muitas vezes o elemento que faz a diferença ou que finaliza o 'statement' de um espaço. Vejam os diferentes ambientes onde estão inseridos, e imaginem estes mesmos espaços sem este objecto, que já conquistou as preferências de tantos decoradores.




